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<title>Ando rabiscando umas letras por aí... </title>
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<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 02:35:16 +0100</pubDate>
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<title>Ando rabiscando umas letras por aí... </title>
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	<title>Você existe</title>
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		<description><![CDATA[<p>Cada vez que você para e lê minhas palavras,<br />
mesmo que não goste,<br />
você existe para mim.<br />
Cada vez que você vê sua face refletida numa superfície,<br />
você existe para você<br />
Cada vez que você ri, chora, pensa, fala, toca, bate, abraça, beija, sonha, trabalha, come, .. ama, na companhia de alguém,<br />
você existe para alguém.<br />
Cada vez que você se informa, se pronuncia e age a respeito de algo em prol da coletividade,<br />
você existe para o mundo.<br />
Quando você fica triste, entediado, deprimido ou irado, você existe?<br />
Quando você fica indiferente a dor do mundo ao seu redor, porque não compreendes nem a sua própria dor, você existe?<br />
A resposta é: Sim, existe também, e és importante para o mundo, do jeito que for..<br />
Porque é assim que somos:<br />
as vezes somos luz e as vezes somos trevas,<br />
capazes de semear  a paz e também a guerra;<br />
somos o positivo e o negativo.<br />
O bem e o mal habitam dentro de nós tornando-nos santos e pecadores ao mesmo tempo.<br />
Somos assim... sempre contrastantes... sempre humanos.<br />
Por isso EXISTIMOS.</p>
<p>Jayni Paula<br />
Publicado no Recanto das Letras em 23/08/2007<br />
Código do texto: T619686
</p>
<p><a href="http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/10/voce-existe#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 02:59:09 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Vida e equilibrio</title>
	<link>http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/10/vida-e-equilibrio</link>
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		<description><![CDATA[<p>A vida não tece apenas uma teia de perdas,<br />
mas nos proporciona uma sucessão de ganhos.<br />
O equilíbrio depende muito do que soubermos e quisermos enxergar.</p>
<p>18/8/2007
</p>
<p><a href="http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/10/vida-e-equilibrio#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 02:54:04 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>De olhos bem fechados</title>
	<link>http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/10/de-olhos-bem-fechados</link>
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		<description><![CDATA[<p>Parei! Não posso seguir adiante, nem posso recuar. E agora?<br />
Fecho os olhos e oro a Deus que me dê a mão e me conduza para um lugar seguro.  Com os olhos bem fechados, sem olhar para os pés, confio meus passos ao meu guia.<br />
É comum na jornada da vida, por vezes nos encontrarmos em trilhas claras, agradáveis, planas e seguras, e derrepente a trilha se torna íngreme, tortuosa, escura e ladeada de precipícios, muito perigosa.<br />
Para percorrer o caminho rumo a felicidade, não inventaram ainda bússolas nem mapas, e diante das inúmeras bifurcações do trajeto, temos a todo instante de optar em seguir por aqui ou por ali sem certeza de nada, com fé e coragem. É claro que muitas vezes temos de recuar, machucados e temerosos.  Mas, todo dia o sol se levanta e nos renova as energias para prosseguir - sozinhos ou segurando na mão de Deus (de verdade). É bom caminhar com Ele pois a necessidade de alcançar a felicidade é transcedente - ela está muito além...<br />
Jayni Paula<br />
Publicado no Recanto das Letras em 09/10/2007<br />
Código do texto: T687320
</p>
<p><a href="http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/10/de-olhos-bem-fechados#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 02:40:39 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Ao meu pai</title>
	<link>http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/02/ao-meu-pai</link>
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		<description><![CDATA[<p>Meu Pai:<br />
Nunca te vi<br />
E nunca te amei<br />
Você não me quis<br />
Será que um dia você pensou em mim?<br />
Eu muitas vezes pensei em você<br />
E não foi fácil viver  bem<br />
Ser auto suficiente apesar de você.</p>
<p>Não me perdi,<br />
Não te esqueci.<br />
Se te encontrasse um dia<br />
Não saberia o que lhe dizer<br />
Nem se quereria te ouvir<br />
Porque agora o tempo já gastou a vontade de te querer.<br />
Não te quero bem<br />
Mas também não te quero mal.<br />
Você não merece meus sentimentos.<br />
Melhor talvez seja nunca saber nada de você.</p>
<p>Jayni Paula<br />
Publicado no Recanto das Letras em 30/09/2007<br />
Código do texto: T675259
</p>
<p><a href="http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/02/ao-meu-pai#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 19:17:12 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>COMO VENCER A POBREZA E A DESIGUALDADE</title>
	<link>http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/02/como-vencer-a-pobreza-e-a-desigualdade</link>
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		<description><![CDATA[<p>A primeira vez que eu me dei conta da pobreza e desigualdade do mundo, eu era criança ainda e percebi que o filho do farmacêutico, meu vizinho, havia ganhado de presente de Natal uma bicicleta e que o filho do seu empregado havia ganhado um caminhão de plástico.  Então o Papel Noel não era igual para todos?<br />
Após a primeira lição na vida do que era desigualdade, tive a segunda lição do que poderia ser feito para diminuir essa desigualdade.  Havia ido passar as férias escolares na casa de minha avó, Dª Geralda, que era viúva e ganhava seu sustento lavando e passando roupas para famílias que contratavam seus serviços. Era uma pessoa religiosa, que aprendera a partilhar o pouco que tinha com os pobres.  Ensinou-me que o agasalho que já não me servia mais podia agasalhar um pobre.  Que se eu tivesse um bom sapato e viesse a ganhar outro par, deveria dar um destes para alguém que não tinha nenhum. E que se assim eu procedesse, nada haveria de me faltar, porque ela lera na Bíblia que é dando que se recebe e que ela, ao agir dessa maneira, nada de essencial lhe havia faltado.<br />
Hoje, relembrando essas lições, penso que se cada um de nós tivéssemos apenas o necessário para nossa sobrevivência, não existiria a pobreza nem a desigualdade.  Mas como fazer isso?  Como extirpar do coração do homem a indiferença que é a origem desse grande mal?  Será possível?<br />
Muitas guerras e revoluções já se travaram no mundo real motivadas por esse dilema, que ainda perdura em nossos dias atuais, mas em contraponto, com cada vida que surge, renasce junto à esperança de que pessoas novas, com idéias novas, ânimo novo, vivendo em épocas de novos desafios, com novos instrumentos, possam travar a batalha final e vencer, fazendo com que as palavras: fome, doença, analfabetismo, desemprego, violência, corrupção e miséria, que são as raízes da desigualdade, constem apenas nos livros de histórias que leremos um dia para os nossos filhos, pois tais fatos já não ocorrerão desde o dia em que a humanidade toda se empenhou para essa vitória, cooperando e partilhando suas riquezas e conhecimentos uns com os outros e eliminando as fronteiras que dividiam as nações tornando-se assim uma imensa e única aldeia global, não de povos dominadores e de dominados, mas de fraternidade, liberdade e igualdade.  E como tornar esse sonho em realidade? Creio que pelo começo, tal qual se aprende a ler e escrever, onde primeiro se rabisca e desenha às primeiras letras, para depois formar as sílabas, e um dia chegar a escrever uma enciclopédia inteira, se este for o objetivo; ou o compositor que aprende as escalas musicais e depois de praticá-las bastante, consegue um dia compor uma sinfonia, se este for seu objetivo.<br />
Se acabar com a pobreza e a desigualdade for o objetivo de todos, haveremos de completar uma grandiosa obra, principiando com as letras das palavras:<br />
C-R-I-A-T-I-V-I-D-A-D-E—E— S-O-L-I-D-A-R-I-E-D-A-D-E-!
</p>
<p><a href="http://jayni.nireblog.com/post/2007/10/02/como-vencer-a-pobreza-e-a-desigualdade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 05:15:44 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Você um dia tá numa festa abraçando um amigo de longa data</title>
	<link>http://jayni.nireblog.com/post/2007/09/12/voca-um-dia-ta-numa-festa-abraaando-um-amigo-de-longa-data</link>
	<guid>http://jayni.nireblog.com/post/2007/09/12/voca-um-dia-ta-numa-festa-abraaando-um-amigo-de-longa-data</guid>
		<description><![CDATA[<p>e depois... passados 3 dias, tudo o que você viveu junto com aquele amigo se encontra sepultado sob a terra.  Venceremos afinal a morte? Amanhecemos na ressusrreição?  Tomara que sim, amigo Geraldo.  Por aqui nos nos despedimos sorrindo brindando com champanhe a felicidade de seu filho que se casara, e você dizia: "minha missão de pai, agora está cumprida" - mas olha meu amigo, a amissão de amigo, de pai, de esposo, de filho, etc... continua até depois... Que se encha novamente a taça de champanhe para brindarmos novamente o dia em que nos reencontraremos na eternidade!
</p>
<p><a href="http://jayni.nireblog.com/post/2007/09/12/voca-um-dia-ta-numa-festa-abraaando-um-amigo-de-longa-data#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 04:41:41 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>o olhar</title>
	<link>http://jayni.nireblog.com/post/2007/09/11/o-olhar</link>
	<guid>http://jayni.nireblog.com/post/2007/09/11/o-olhar</guid>
		<description><![CDATA[<p>Pupila que não ri<br />
Malmequer<br />
Íris sumiu
</p>
<p><a href="http://jayni.nireblog.com/post/2007/09/11/o-olhar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 05:00:40 +0100</pubDate>	</item>
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